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terça-feira, 30 de julho de 2013

Os Seis Órgãos da Basílica de Mafra

A 15 de Maio de 2010, após doze anos de trabalho de restauro, os seis órgãos da Basílica de Mafra soaram juntos pela primeira vez desde a sua inauguração original em 1807.



Este concerto incluiu obras a solo para cada um dos seis órgãos, assim como peças de conjunto, quer instrumentais, quer com coro. Gravado e transmitido pela RTP 2, é agora apresentado em DVD, juntamente com o programa "Câmara Clara" (RTP2) de 9 de Maio de 2010, que inclui entrevistas aos principais intervenientes no restauro daquele conjunto instrumental único: Dinarte Machado (organeiro), João Vaz ( organista e consultor permanente), Rui Vieira Nery (musicólogo e presidente da Comissão Científica de Acompanhamento) e Mário Pereira (director do Palácio Nacional de Mafra).
On May 15, 2010, after twelve years of restoration work, the six organs in the Basilica of Mafra sounded together for the first time since their original inauguration in 1807. This concert included solo works for each of the six organs, as well as ensemble pieces, either instrumental or with choir.
Recorded and broadcasted by RTP 2, it is now available on DVD, together with RTP 2 show "Câmara Clara" (broadcasted on May 9, 2010), which includes interviews with the key players in the restoration of that unique instrumental ensemble: Dinarte Machado (organ builder), João Vaz (organist and permanent advisor), Rui Vieira Nery (musicologist and chairman of the advising Scientific Committee) and Mário Pereira (curator of the National Palace of Mafra).
António Leal Moreira (1758-1819) Sinfonia para a Real Basílica de Mafra ( a seis órgãos/ for six organs)
João Vaz (1963) Ave maris stella (para coro masculino e seis órgãos / for mail choir and six organs)
João José Baldi (1770-1816) Glória (da Missa para Solistas, coro masculino e seis órgãos / from the Mass for soloists, male choir and six organs)
E obras a solo de / And solo works by
Carlos Seixas, Marcos Portugal, Diogo Conceição, Louis Nicols Clérambault, etc.
João Vaz: Órgão do Evangelho
Rui Paiva: Órgão da Epístola
António Esteireiro: Órgão de São Pedro d' Alcântara
António Duarte: Órgão do Sacramento
Sérgio Silva: Órgão da Conceição
Isabel Albergaria: Órgão de Santa Bárbara
Fernando Guimarães e Carlos Monteiro: Tenores 
Diogo Oliveira: Barítono
Coro Sinfónico Lisboa Cantat
Jorge Alves: Direcção

Sinfonia para a Real Basílica de Mafra

Aldeia da Mata Pequena Mafra

ERICEIRA (Lisboa)

ALCAINÇA

Aldeia Mata Pequena

Aldeia da Mata Pequena e Penedo de Lexim-Mafra

A lagoa de Santo Isidoro

Goraz - Night Heron na Ribeira de Cheleiros-Mafra

Garça real - Grey Heron no Rio Lizandro-Ericeira

Pisco-de-peito-ruivo, Robin Jardim do Cerco-Mafra

Jardim do Cerco - Mafra

Parque Eólico da Igreja Nova -- Serra do Funchal (Mafra)

SANTO ANTÓNIO - VENDA DO PINHEIRO, JUNHO 2010 (2ª REPORTAGEM)

Ericeira Surfing Surf Portugal

Parque Santa Marta, Ericeira, Portugal

PORTUGAL - ERICEIRA




A história da Ericeira remonta, assim, a cerca de 1000 a.C.. O seu primeiro foral data de 1229, concedido pelo então Grão-Mestre da Ordem de Aviz, Dom Frei Fernão Rodrigues Monteiro, que assim instituiu o Concelho da Ericeira.

É na carta de foral que surgem as primeiras referências aos pescadores da Ericeira, estando bem presente o cuidado do legislador em acautelar os direitos e deveres dos que se encontravam sujeitos às tutelas dos donatários:"(...) Quanto aos pescadores, dêem a vigésima parte do pescado que matarem no mar. De doze peixes, levem um para conduto antes de darem a vigésima parte, e se matarem congro, comam-no. Do pescado que encontrarem morto, não paguem foro. De baleia, dêem a vigésima parte. De toninhas e delfins sem impedimento, em ocasiões de fome (...)".
No século XIII, a baleia, toninha e delfim eram as espécies mais pescadas, tendo dado lugar, já no século XVI, à raia, ao rodo valho e à pescada. Em 1547, D. João III concede aos pescadores ericeirences a permissão de venderem o peixe "a olho" e não "a peso", costume que ainda há trinta anos se mantinha.
Novas cartas de foro concedidas por D. Afonso IV, em 1369, e por D. Manuel I em 1513, vieram nobilitar a vila concelhia, doada pelo mesmo D. Manuel ao infante D. Luís e por este ao seu filho natural D. António, prior do Crato, forte opositor à tomada do poder real por Filipe II de Espanha. Em 1589, no Forte de Milreu, D. António fez uma gorada tentativa de desembarque de tropas com o objectivo de conquistar o poder.

Ericeira há 50 anos atrás

MUSEO ETNOGRAFICO DE SOBREIRO (MAFRA-PORTUGAL)

Sobreiro de Mafra - André Leonardo